O gosto do cigarro não me agrada mais, nem poeticamente me satisfaz. A chuva não tem mais cheiro, nem cor, nem devaneio, as piadas não tem mais graça, não passam de uma farsa. Os poemas são mal feitos, escritos com defeitos, as minhas pernas tremem, meus pulmões gemem, nada mais é poético, nem bonito, nem estético. Nem você, nem eu, nem nós, nem eles. As coisas acabam?